Editorial

Esportes: novas notícias para o novo leitor

Razões para a criação do mais novo site de reportagens esportivas no Brasil

Autor: Luiz Humberto Monteiro Pereira
Fotos: Usain Bolt ultrapassa Wallace Spearmon em Copacabana no desafio "Mano a Mano": Luiz Humberto Monteiro Pereira/Esporte de Fato

9/03/2016, 0:01:31

Em 1º de setembro de 2014, foi criada a coluna semanal “Jogos Cariocas“, com reportagens e entrevistas sobre os preparativos do Brasil para as Olimpíadas de 2016. Hoje, circula em jornais e sites brasileiros e no exterior. A tarefa de produzir a coluna semanal deixou claro que a dinâmica da reportagem esportiva exige versatilidade. De acordo com a pauta, é necessário usar textos, gráficos, fotos ou vídeos – ou tudo ao mesmo tempo. Cada vez mais pessoas buscam as notícias através de dispositivos móveis – smartphones e tablets. São leitores que fazem questão de interagir entre eles e com aquilo que estão lendo, como fazem nos blogs ou nas mídias sociais. Em tempos de falta de tempo generalizada, ninguém quer mais ser “afogado” diariamente em um bando de matérias, mesmo que o assunto seja de seu interesse. A “curadoria de conteúdo” proposta pelo marketing digital preconiza levar a cada público específico apenas o que é significativo para ele e que vale o tempo gasto para ler. Ou seja, o importante é publicar aquilo que importa. Esse conceito editorial de jornalismo esportivo com foco na relevância e profundidade, em um formato multimídiamultiplataforma e interativo, traduz a proposta de Esporte de Fato, que ocupa o domínio www.esportedefato.com.br.

Quem quer saber os últimos resultados do futebol, do vôlei, da Fórmula 1 ou do rugby procura os grandes portais ou os sites especializados em cada esporte. Em lugar de “dar as últimas notícias”, Esporte de Fato pretende funcionar como uma revista online de reportagens esportivas. Um veículo de comunicação com espaço privilegiado para matérias especiais, entrevistas, artigos e crônicas sobre todos os esportes, sem deixar de lado as modalidades normalmente esquecidas pela mídia. Ou seja, com a proposta editorial de valorizar o lado mais analítico do jornalismo esportivo, que perdeu espaço nas mídias convencionais. E também ressaltar os aspectos jornalisticamente relevantes das notícias do setor e explicar os fatos com profundidade, usando todos os recursos disponíveis na internet. Sem esquecer de contextualizar as informações na medida da curiosidade do leitor sobre o tema. Nada de excesso de notícias veiculadas diariamente, apurações precipitadas ou textos fechados às pressas para “furar” a concorrência. A intenção é atrair o público que acha que qualidade vale mais que quantidade. Quando, apesar de todos os cuidados, erros acontecerem, a internet é bem generosa nesse aspecto – sempre dá para corrigir alguma informação imprecisa.

Jornalismo esportivo e o “efeito Rio 2016”

Com as Olimpíadas do Rio, os outrora chamados “esportes amadores” – que estão a cada dia mais profissionais – passarão a um novo patamar de importância no Brasil. Tal fenômeno ocorreu em todos os países onde os Jogos Olímpicos já foram realizados. A exposição gerada pela realização das Olimpíadas sempre cativa uma legião de novos fãs para todas as modalidades disputadas no evento – especialmente para as que eram pouco divulgadas. O esporte brasileiro nunca mais será o mesmo depois de 2016. Atualmente, o futebol profissional ainda monopoliza 90% da mídia esportiva no país. Esse percentual precisa mudar – e vai mudar. O futebol continuará a ser importante no Brasil, mas outros esportes vão mostrar seu valor e ganhar espaço. E a imprensa nacional, se não quiser ficar para trás, também precisa acompanhar esse “esforço olímpico”.

Um dos problemas apontados para o desenvolvimento dos esportes no Brasil é que a comunicação falha e a divulgação precária muitas vezes afastam o público dos eventos e desmotivam os patrocinadores. Competições fantásticas às vezes ocorrem sem plateia alguma simplesmente porque ninguém toma conhecimento. Isso prejudica a profissionalização dos atletas de ponta, um processo que já em estágio mais avançado em outros países. Para que todos os esportes tenham chance de se popularizar e crescer no Brasil, faltam alguns elos nessa corrente. Ajudar o processo evolutivo do esporte brasileiro através da produção e veiculação de jornalismo esportivo qualificado é uma das motivações da criação de Esporte de Fato.

O que faz um site acontecer?

Existem bilhões de sites em todo o mundo – e parte deles simplesmente não é acessada por ninguém. Esses, com o tempo, deixam de existir. Um empreendimento só se torna sustentável na internet se muita gente fica sabendo da sua existência e passa a visitá-lo sempre – algumas agências mensuram que um site se torna publicitariamente relevante quanto atinge um milhão de pageviews mensais. Por isso, se realmente gostou da proposta editorial de Esporte de Fato, aprecie sem moderação! Adicione aos seus “Favoritos” (basta pressionar as teclas Control + D) e visite todos os dias para conferir as novidades. Para dizer o que achou das matérias, utilize o espaço “Comentários” (no final de cada texto – inclusive desse Editorial) e deixe a sua opinião. E use os botões azuis (ficam no alto e à esquerda de todos os textos) para curtir e compartilhar pelo Facebook ou no Twitter. Se quiser acompanhar o site nas mídias sociais, curta a página de Esporte de Fato em facebook.com/esportedefato e siga em twitter.com/esportedefato.

Recomendar Esporte de Fato a todos os seus amigos do Facebook será uma iniciativa bastante generosa e bem-vinda. É uma ajuda e tanto para “embalar” o site. Obrigado pela força!

Mais importante que as mídias sociais é a boa e velha recomendação dos amigos. Ou seja: se gostou de Esporte de Fato, comente com eles sobre o site – principalmente com aqueles apaixonados por esportes. Quem não conhece pelo menos um? Se uma pequena fração das dezenas de milhões de fãs de esportes no Brasil souber da sua existência, Esporte de Fato vai ganhar cada vez mais penetração. E poderá evoluir, investir em jornalismo qualificado e aprofundar a sua proposta editorial.

É como um jogo decisivo. É possível simplesmente sentar e assistir – mas é muito mais divertido fazer parte da torcida!

Bem-vindos ao Esporte de Fato!

Veja também – Todo o acervo de entrevistas de “Jogos Cariocas” está em Esporte de Fato

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